Sim, eu busco a felicidade
Às vezes por descuido
Ou por distração
Deixo-a escapar por entre minhas mãos
Como água cristalina.
Ai penso: agora é tarde!
Foi isso que aconteceu contigo, Cristina!
Foste o rio de águas cristalinas
Que percorreu meu leito
Trazendo vida para minha vida
Felicidade aos meus dias;
Onde apenas cactos havia
Floresceu a alegria.
Deste tanto, em troca nada recebeste
Hoje, o rio de águas cristalinas
É oceano de lágrimas.
Espero que encontres o sol
Que faça evaporar a água deste oceano
Oceano de amor
E transforme, novamente, em água cristalina
Que és tu, Cristina.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
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