Você acredita nas palavras e nas pessoas. É especial. Nada do que escreve deve ficar de fora de seu sonho. Suas palavras, mesmo tristes, trazem o prazer de lê-las, mesmo que choremos. São verdadeiras, são fortes, são mágicas.
Não busque na ciência as respostas que encontrará quando seu coração cicatrizar. Não deixe que seja perseguida pelos sonhos, vá de encontro a eles.
Não acredito que você possa desistir de seus sonhos. Isso não é com você. Tenho certeza que viveu sempre intensamente seus sonhos e tenho certeza que ao alcançar o seu verdadeiro sonho, ele será não apenas seu sonho, mas será, também de todos aqueles que te amam.
Lamento não tê-la lido como deveria. Hoje sei que sou um grande analfabeto. Lamento muito. Sua história é a mais linda que alguém já escreveu. Sinto que demorei muito a compreender e quando me dei conta já não era mais seu personagem. Tardiamente compreendi suas palavras, tardiamente. Isso, no entanto, não me impedirá de lê-la onde estiver. Seria bem melhor poder lê-la ao seu lado e, quando tivesse uma dúvida, dizer: não entendi!
Publique seu livro, a história está sendo escrita com as mais doces e verdadeiras palavras, afinal a escritora de sua vida é você.
Não importa que você teima em não crescer, aliás importa sim. Não deve mudar seu jeito de ser. Deve continuar como você é. E o que importa se você é um paradoxo?
Tenho certeza que por onde andar (ou já andou) alguém ou muitos pensam em você (e jamais deixaram de lembrar), assim como não deixo de pensar.
Enquanto não vai para Quebec, se desejar tomar uma xícara de chocolate quente ou tomar um sorvete (não necessariamente nesta ordem), pode me chamar que eu vou com você – é claro se desejar ir comigo.
Escreve tua vida, publica teu livro e terá, não apenas um guardião, mas muitos. Eu serei um deles, que além de ser seu guardião, hei de guarda-la em meu coração.
Milhões de beijos.
Tenho certeza que o final de seu livro terá um final diferente de agora. Terá um final feliz.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
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Não espero por um final feliz...Posso inventar o tal final feliz.
ResponderExcluirSei que poderíamos ter vivido o sonho de uma maneira diferente.Mas,o que espero,é não chegar ao final da minha vida e ter esse pensamento.
Aprendi que a amizade é a forma mais segura de amar alguém.
Quando os castelos desmoronam ficamos pensando que vamos viver nos destroços,mas não é verdade.Logo,ativamos nossos mecanismos de defesa e sobrevivemos.E quando levantamos novamente a cabeça é que vamos poder ser vistos com dignidade,e não por piedade.
Nesses momentos crescemos verdadeiramente...mas é preciso escolher como vivê-los,com ou sem dignidade.
Podemos nos perder para sempre,ou construir um novo jeito de nos relacionarmos.
Assumir uma culpa não significa mudar.Assumir uma falha,não tapa os buracos.O que passou não tem jeito,já foi,não há nada que possamos fazer para mudar,mas podemos escolher sermos diferentes no presente e para o futuro.
Amigo Augsto,
ResponderExcluirVim conhecer o seu blog e agradecer a sua visita ao meu. Gostou do meu triste poema. Fiquei feliz. Espero mais visitas. Também gostei da sua prosa.
Abraço
Mara